Alvo da Lesa Pátria pagou R$ 24 mil para fretar ônibus no 8/1

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Alvo da Lesa Pátria pagou R$ 24 mil para fretar ônibus no 8/1

Foto: Adriano Machado/O antagonista

Alvo da Operação Lesa Pátria, o empresário Wagner Freire Ferreira Filho pagou 24 mil reais para contratar ônibus que levou envolvidos nos atos de 8 de janeiro de 2023 de Salvador a Brasília.

Segundo O Globo, as investigações apontam que a impressão digital de Ferreira Filho foi encontrada na esquadria de vidro do Salão Negro do Congresso Nacional.

O empresário foi preso pela PF em Salvador, na Bahia.

23ª fase da Operação Lesa Pátria

Polícia Federal deflagrou nesta segunda-feira, 8, a 23ª fase da Operação Lesa Pátria para identificar os indivíduos que financiaram e promoveram os atos de 8 de janeiro de 2023, em Brasília.

Ao todo, foram expedidos 48 mandados pelo Supremo Tribunal Federal (STF), sendo 46 de busca e apreensão e dois mandados de prisão preventiva em 11 estados e no Distrito Federal.

Além disso, foi determinada a indisponibilidade dos bens, ativos e valores dos investigados. Estima-se que os danos causados ao patrimônio público possam alcançar a cifra de 40 milhões de reais.

Os fatos investigados podem configurar diversos crimes, tais como abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado, associação criminosa, incitação ao crime e destruição ou inutilização de bem especialmente protegido.

Financiadores do 8 de janeiro

Em 14 de dezembro de 2023, a Procuradoria-Geral da República (PGR) apresentou a primeira denúncia contra financiadores dos atos de 8 de janeiro.

Na petição enviada ao Supremo Tribunal Federal (STF), um morador de Londrina, no Paraná, foi acusado de cometer cinco crimes ao oferecer auxílio material e moral ao grupo responsável por invadir e vandalizar as sedes dos três Poderes, em Brasília.

Segundo as provas reunidas, o denunciado gastou 59,2 mil reais para fretar quatro ônibus e levar dezenas de pessoas até a capital federal. Ele também participou da organização e recrutamento dos envolvidos.

Um ano após a invasão dos Três Poderes

Um ano após os atos de 8 de janeiro de 2023, ⁠65 pessoas continuam presas preventivamente, enquanto oito estão presas já com condenação.

Dos 73 presos por invadir e depredar as sedes dos Três Poderes, em Brasília, 33 pessoas foram denunciados pela Procuradoria-Geral da República (PGR) como executoras dos crimes praticados em 8 de janeiro e 25 por financiar ou incitar os ato; sete são policiais militares suspeitos de omissão.

Ao todo, 1.430 pessoas foram presas em 2023 em decorrência dos atos de 8 de janeiro, sendo 243 presas em flagrante e 1.152 em 9 de janeiro. Outras 35 foram presas em operações deflagradas pela PF.

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